“Eu tentei, fiz o possível e o impossível pra não deixar ela partir, chorei em publico, fiz dramas, coisas que nunca fiz, por ela eu fiz, deixei meu orgulho de lado e fiz de tudo pra ela ficar, mas ela não me ouviu, preferiu partir, me trocou por aquele menino que mora no bairro dela, aquele menino playboy, cheio de mala. Eu sofri com isso, mas sempre desejei a felicidade deles, afinal só queria ver ela feliz… Na semana seguinte encontrei ela chorando na praça, estava toda descabelada, não estava nem ligando para o que os outros ia pensar dela, eu resolvi ir conversar com ela, ver como ela estava. Mas só pela sua voz, pelo seu estado, e percebi que ela não estava bem, eu fiz minha parte naquele momento, dei um ombro amigo, levei a pra minha casa, ela tomou um banho. Quando vejo a saindo, ela estava com minha camisa, pois não tinha roupa ali, eu lembrei de quando ela namorava comigo, sempre usava minha camisa, ficava enorme nela, mas eu sempre gostei, não resisti quando vi ela assim, ela chegou me deu um abraço e me agradeceu por ter ajudado ela, eu não resisti, acabei á beijando, aquele beijo foi o melhor beijo que nós já tínhamos dado, eu á pedi desculpa por isso, fiquei com medo d’ela me xingar, mas não, ela me olhou nos olhos e disse.-Tudo bem, não foi nada, aliás foi tudo, esse beijo foi o melhor de todos. Ela me pediu desculpas, disse que não deveria ter terminado comigo, pediu pra voltar… Eu sem pensar duas vezes aceite ela de volta, sempre tive esperanças que ela voltaria, ela já me sofrer. Mas eu amava aquela menina, ainda á amo, eu á perdoei e dei uma segunda chance pra ela, e hoje faz 3 anos que estamos juntos.
— (Eu-poetico)